terça-feira, 12 de julho de 2016

Consumidor pode consultar CPF gratuitamente pela internet

O serviço está disponível pelo site da Serasa e pelo aplicativo SerasaConsumidor

Agora, o consumidor poderá verificar se há alguma pendência financeira registrada em seu CPF de maneira gratuita e pela internet. Basta acessar o site da Serasa ou o aplicativo “SerasaConsumidor” e checar se há negativação e qual o débito pendente que levou à inadimplência (banco, cartão de crédito, financeira, varejo, prestadoras de serviços de telefonia, energia elétrica, água, além de ocorrências de títulos protestados, cheques sem fundos e ações judiciais).

O cidadão terá ainda informações sobre os credores, como telefones, endereço, e-mail e site, assim como o valor atual e a data de vencimento do débito atrasado. Poderá renegociar a dívida diretamente, sem intermediários, caso a empresa seja parceira do serviço gratuito da Serasa, o Limpa Nome Online. A autoconsulta completa pode ser feita a qualquer momento, gratuitamente, mesmo que o devedor não tenha uma carta-comunicado de débito.

O cidadão deve entrar no site www.serasaconsumidor.com.br e preencher um cadastro ou inserir um e-mail e senha, caso já seja registrado. O acesso também pode ser feito via aplicativo de celular disponível para Android e, em breve, iOS. Para garantir que somente o próprio consumidor tenha acesso às suas informações na Serasa, após o cadastro, será necessário passar por um processo de autenticação. Um dos passos é inserir o número do celular e confirmar na página da consulta um código de validação recebido via SMS. Esta validação só será necessária no primeiro acesso.

Consumidor pode consultar CPF gratuitamente pela internet

O serviço está disponível pelo site da Serasa e pelo aplicativo SerasaConsumidor

Agora, o consumidor poderá verificar se há alguma pendência financeira registrada em seu CPF de maneira gratuita e pela internet. Basta acessar o site da Serasa ou o aplicativo “SerasaConsumidor” e checar se há negativação e qual o débito pendente que levou à inadimplência (banco, cartão de crédito, financeira, varejo, prestadoras de serviços de telefonia, energia elétrica, água, além de ocorrências de títulos protestados, cheques sem fundos e ações judiciais).

O cidadão terá ainda informações sobre os credores, como telefones, endereço, e-mail e site, assim como o valor atual e a data de vencimento do débito atrasado. Poderá renegociar a dívida diretamente, sem intermediários, caso a empresa seja parceira do serviço gratuito da Serasa, o Limpa Nome Online. A autoconsulta completa pode ser feita a qualquer momento, gratuitamente, mesmo que o devedor não tenha uma carta-comunicado de débito.

O cidadão deve entrar no site www.serasaconsumidor.com.br e preencher um cadastro ou inserir um e-mail e senha, caso já seja registrado. O acesso também pode ser feito via aplicativo de celular disponível para Android e, em breve, iOS. Para garantir que somente o próprio consumidor tenha acesso às suas informações na Serasa, após o cadastro, será necessário passar por um processo de autenticação. Um dos passos é inserir o número do celular e confirmar na página da consulta um código de validação recebido via SMS. Esta validação só será necessária no primeiro acesso.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Todo banco deve oferecer 6 serviços gratuitos aos clientes

Dez folhas de cheque, quatro saques, duas transferências por mês e mais

Ter uma conta bancária aberta muitas vezes pode significar ter mais gastos mensais. Porém, é possível mantê-la sem pagar nada. Mesmo para quem costuma utilizar outros serviços que não constam do rol de essenciais, vale a pena calcular se não é mais interessante pagar algumas operações avulsas e contratar só os serviços insubstituíveis em vez dos pacotes pagos oferecidos pelos bancos.

Confira os serviços que o Banco Central estabelece que sejam fornecidos sem cobrança:

1) Fornecimento de cartão com função de débito e segunda via, exceto em casos decorrentes de perda, roubo, danificação e outros.

2) Fornecimento de dez folhas de cheques por mês, desde que o correntista tenha os requisitos necessários à utilização de cheques.

3) Realização de até quatro saques por mês, em guichês de caixa, inclusive por meio de cheque, ou em terminal de autoatendimento.

4) Consultas via internet (bankline).

5) Duas transferências de recursos entre contas na própria instituição, por mês.

6) Compensação de cheques e fornecimento ao cliente pessoa física, até 28 de fevereiro de cada ano, de extrato discriminando, mês a mês, as tarifas cobradas no ano anterior.

Se seu banco não respeitar as normas e te fazer passar por qualquer situação problemática, Reclame AQUI!
Fonte: Reclame Aqui - 07/07/2016

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Agência é multada em R$ 1,5 mi por descumprir ‘Lei dos 15 minutos’

Lei municipal estabelece prazo de 15 minutos para atendimento nos caixas.

A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA) autuou e multou a agência do Banco Bradesco localizada na Avenida Sete de Setembro, no bairro Dois de Julho, em Salvador, por desrespeito à “Lei dos 15 minutos”. O valor da penalidade foi de R$ 1.550.400.

Em nota ao G1, o Bradesco afirmou que “concentra esforços no sentido de atender todos os públicos com qualidade, segurança e agilidade”. “O objetivo é atender nos prazos estabelecidos pela legislação aplicável, que devem primar pela razoabilidade, porém podem ocorrer situações não usuais que gerem maior fluxo nas agências”, afirma o comunicado do banco.

De acordo com o órgão, o estabelecimento recebeu a penalidade após denúncias realizadas por consumidores. O Procon-BA afirma ainda que a agência foi multada após o decido processo legal, que garantiu prazo para que o banco pudesse exercer a ampla defesa e o contraditório.

A Lei Municipal nº 5.978/2001, conhecida popularmente como a “Lei dos 15 minutos”, disciplina o tempo de atendimento nos caixas presenciais das agências bancárias em 15 minutos nos dias normais e até 25 minutos em véspera ou após feriados prolongados.

Em nota, o diretor de fiscalização do Procon-BA, Iratan Vilas Boas, informa que o banco tem o dever de cumprir a legislação. “Situações repetidas como a ocorrida nesta agência devem ser tratadas com rigor, pois caracterizam afronta a legislação e aos consumidores”, disse Vilas Boas.

Denúncias relacionadas as práticas abusivas no mercado de consumo podem ser feitas pelo e-mail denuncia.procon@sjdhds.ba.gov.br e no aplicativo “PROCON BA MOBILE”, disponível para download nas plataformas IOS e Android.

Em caso de dúvidas referentes ao direito do consumidor, o telefone disponível é (71) 3116-0567.
Fonte: G1 - 29/06/2016

terça-feira, 28 de junho de 2016

Cilada? Crédito para negativado é mais caro e pode chegar a custar 1.244% por ano; entenda

Para se livrar das contas em atraso, muitos brasileiros recorrem ao crédito. Especialistas revelam que isto pode ser uma cilada

As dívidas que tiram o sono de quem está com o nome sujo podem se tornar um pesadelo se contratar crédito para limpar o nome, ofertado por algumas financeiras. O Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) realizou uma pesquisa no mês de abril com a oferta de crédito para clientes com restrição de crédito e constatou o preço alto que se paga nessas operações – quase 1.000% de juros. 

A pedido do CORREIO, o educador financeiro Edísio Freire fez uma nova simulação com as taxas  atualizadas e o resultado encontrado é ainda pior. Um cliente endividado que contrata um empréstimo na Crefisa pagará por mês 21,48% de juros.

A mesma operação na Facta Financeira terá um custo ainda maior por mês: 23,38%, o que equivale a uma taxa de juros de 1.244% ao ano, caso o cliente não pague as parcelas. Confira a simulação abaixo.

Alto risco
Segundo a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, as taxas cobradas são muito altas por conta do  risco de calote. “Clientes negativados já estão inadimplentes e é bem provável que não consigam pagar um  novo empréstimo”. Para ela, esse tipo de transação não deve ser uma opção.

“Se o cliente  deve ao cartão de crédito, que custa 450% ao ano, como irá contratar uma linha que custa mais de 1.000% para pagar? É um alto risco de se tornar um superendividado”. Na opinião da economista, a saída pode ser a  venda de um bem, como um carro, por exemplo.

A economista do IDEC e coordenadora do estudo Ione Amorim afirma que a publicidade ostensiva das instituções que ofertam crédito a negativados cria a ideia de um dinheiro fácil  como  solução para os problemas. “A renegociação de dívidas é o segundo maior motivo da inadimplência. O consumidor não deve assumir uma renegociação que não terá condições de pagar”, declara. 







Bolso vazio
O primeiro empréstimo do aposentado Constantino da Silva, de 65 anos, foi para reformar a casa, mas nos  últimos cinco anos, após outras dívidas e com o nome negativado, a situação complicou.

“Peguei outros empréstimos para limpar meu nome que estava com restrição e venho pagando. Pedi recentemente uma antecipação do 13º para resolver uma dívida de cartão, mas o banco não liberou porque apareceu uma outra restrição”.

A também aposentada Joana de Jesus, de  79 anos, pegou R$ 2,5 mil para pagar contas, mas reconhece que as taxas são muito altas. “O dinheito nunca dá. Além das contas de casa, preciso assumir os pagamentos dos empréstimos que já usei também para limpar o nome. Os juros são muito altos, mas não tem jeito, né?", lamenta ela.

Procon esclarece sobre ação para revisar os juros
A ação revisional de contrato é uma demanda judicial na qual se busca a revisão de financiamento ou das taxas de juros praticadas. O coodenador técnico da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-BA), Filipe Vieira, conversou com o CORREIO e esclareceu sobre como a ação funciona.

Quando o consumidor poderá solicitar a ação revisional dos juros de um contrato?
Ao firmar um negócio que envolva concessão de crédito, como cheque especial, carnê, cartão de crédito ou empréstimo, por exemplo, é importante que o consumidor conheça a realidade do mercado e do negócio, verificando se os  juros cobrados são os praticados pelo mercado.

A ação revisional é possível quando há fator superveniente, como a perda do emprego ou um gasto excessivo com uma intercorrência familiar. Fatos que ocorreram depois que o consumidou assumiu o compromisso, mas atingiram diretamente o equilíbrio econômico financeiro da pessoa.

Esses são fatores que podem possibilitar o pedido de reanálise, mas não assegura  que o consumidor terá  sua solicitação atendida. 

Na situação em que exista um fator superveniente para o pedido, como o consumidor deve proceder?
Para questões de abusividade ou não do valor da taxa de juros, a ação deverá ser aberta junto ao Poder Judiciário. Nesse caso, o consumidor pode obter uma primeira orientação em qualquer balcão de atendimento do Procon.

Caso a solicitação do consumidor seja a regularização das parcelas de um pagamento para quitação antecipada, esse atendimento é feito no próprio balcão de atendimento do Procon.






Renegociar é a solução, diz especialista
Uma pesquisa do   SPC Brasil revelou que   um em cada dez brasileiros (13,3%)  inadimplentes  já fez empréstimo com financeiras que fornecem crédito a negativados. A principal justificativa de quem tomou este tipo de empréstimo é que foi a única forma encontrada para quitar as dívidas (47,4%).

Resolver o problema de dinheiro com mais crédito é a pior coisa que uma pessoa que está endividada pode fazer, na opinião do educador financeiro do Portal Meu Bolso Feliz, José Vignoli. “Quem está com dívidas precisa buscar os credores para renegociar, deixando claro que quer pagar, mas precisa de uma boa condição que não envolva mais taxas”, pontua Vignoli.

Para equilibrar as contas e quitar as dívidas, o educador indica que o cliente precisa buscar novas fontes de renda ou de trabalho extra, assim como mudar os hábitos de consumo para cortar gastos.

“Compartilhar o problema  com a família é essencial. Não dá para ficar vivendo da mesma forma e mantendo o mesmo padrão de vida, sem condições financeiras para isso”, afirma. Se a pessoa chegou ao ponto de contratar uma linha de crédito para negativado, o educador financeiro reforça que as medidas a serem tomadas precisam ser ainda mais radicais.

“É fazer tudo isso de uma forma ainda mais dura. Estar endividado dessa forma é como uma espiral negativa. Uma bola de neve que só aumenta. O cliente precisa entender como chegou até esse ponto para tentar reverter a situação sem repetir o mesmo erro cometido”.
Fonte: Portal do Consumidor - 27/06/2016








sexta-feira, 10 de junho de 2016

Juros médios no cartão de crédito superam em maio 441% ao ano

Os juros médios no cartão de crédito subiram para 441,76% ao ano em maio e se mantiveram no maior patamar desde outubro de 1995, de acordo com levantamento da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgado nesta quarta-feira (9). A taxa mensal foi de 15,12%.

Em abril, a taxa média era de 435,58% ao ano, o que significava um juro mensal de 15,01%.

A elevação é reflexo do aumento da inadimplência provocado pela inflação pressionada e pelo desemprego crescente. Esses fatores fazem com que os bancos aumentem os juros para compensar possíveis perdas com calote, diz Miguel José Ribeiro de Oliveira, diretor da Anefac.


Editoria de Arte/Folhapress

A previsão é que a inadimplência só recue a partir de 2018. Antes, esperava-se que os calotes começassem a diminuir no ano que vem. Atualmente, cerca de 60 milhões de pessoas estão com o nome sujo no país, de acordo com dados da empresa de informações financeiras Serasa Experian.

São pessoas que não conseguem contratar empréstimos e que tinham, no total, R$ 256 bilhões de dívidas em atraso, seja com bancos, financeiras, lojas ou com concessionárias de luz, água e telefonia. Eles representam 41% da população com mais de 18 anos no país.

"Tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência, a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses", diz o diretor da Anefac.

No cheque especial, os juros passaram de 267,64% em abril para 270,82% em maio, nível mais elevado desde julho de 1999. Ao mês, a taxa foi elevada para 11,54%.

Os juros médios para pessoa física subiram para 7,96% em maio e se mantiveram no maior patamar desde novembro de 2003.


Das seis linhas de crédito pesquisadas pela Anefac, três tiveram aumentos nos juros em maio e as outras três registraram queda (confira abaixo):

PESSOA JURÍDICA

Os juros médios cobrados de empresas registraram alta em maio, passando para 4,62% ao mês (ou 71,94% ao ano).

As três linhas de crédito analisadas tiveram juros maiores.

No capital de giro, os juros subiram de 2,68% ao mês em abril para 2,69% em maio.

Já a taxa de desconto de duplicatas avançou para 3,14% ao mês. A conta garantida passou de 7,95% ao mês em abril para 8,03% ao mês em maio.
Fonte: Folha Online - 09/06/2016

terça-feira, 31 de maio de 2016

Projeto proíbe cobrança de juros abusivos por cartões de crédito



A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei Complementar (PLP) 278/16, do deputado Roberto de Lucena (PV-SP), que proíbe as operadoras de cartão de crédito a praticarem taxas de juros abusivas. A proposta limita em 12% ao ano os juros que ultrapassarem a média de mercado atual, que é de 12% ao mês.

Segundo Lucena, é preciso proteger os trabalhadores, principalmente aqueles que ficaram desempregados nos últimos tempos em razão da crise financeira do País. “Quero dar um basta na cobrança excessiva e desproporcional de juros pelas operadoras de cartão de crédito, que tem penalizado milhares de famílias, que não conseguem pagar suas dívidas no cartão devido aos juros aplicado”, afirma Lucena.

O deputado informa que, atualmente, de maneira abusiva, os juros chegam a quase 480%. “Não é razoável nem justo que assim o seja. Os bancos vêm apresentando lucros cada vez maiores. Atualmente, bancos são os investimentos com maior lucratividade no País, subvertendo toda a lógica de uma economia que urge desenvolver-se”, ressaltou.

O projeto estabelece também que, no caso de renegociação da dívida, deverá ser observada a menor taxa de juros praticada no mercado. Se o inadimplente comprovar que a dívida do cartão se deu por razão da perda de seu emprego, a renegociação da dívida junto às instituições financeiras incluirá o aumento do prazo de financiamento e a aplicação dos juros com base no sistema de juros simples e não compostos.

“Os aumentos excessivos dos juros incidentes sobre os cartões de crédito contribuem para o aumento da inadimplência, uma vez que as faturas atrasadas, em um determinado momento, tornam-se impagáveis”, salientou.
Fonte: Idec - 30/05/2016

quinta-feira, 12 de maio de 2016

WhatsApp lança outra forma de usar o aplicativo no computador

O WhatsApp lançou na terça-feira (10) um programa que permite usar o aplicativo em computadores que tenham sistemas operacionais Mac e Windows.
O aplicativo para computador vai funcionar como o WhatsApp Web, ou seja, sincronizado com as mensagens e conversas enviadas para o smartphone. O WhatsApp Web é um site que permite conversar com os contatos nos navegadores de internet.

O programa exige no mínimo que o usuário tenha os sistemas operacionais Windows 8 e Mac OS 10.9 ou versões superiores instaladas no computador.

Será possível instalar notificações na área de trabalho e também definir atalhos no teclado.

Para baixar o aplicativo, basta entrar na área de download do site do WhatsApp, instalar no computador de escanear com o telefone celular o código QR.

O novo programa é mais um passo do WhatsApp em sua busca por estar em todos os aparelhos possíveis e também permite que ele concorra com outros serviços de mensagens, como o iMessenger e o Skype.

Além disso, faz parte de sua aposta na ubiquidade: em quanto mais lugares você conseguir usar o aplicativo, com mais frequência você vai usá-lo.

O WhatsApp tem mais de 1 bilhão de usuários.
Fonte: Folha Online - 11/05/2016

quarta-feira, 27 de abril de 2016

10 dicas que você ignora ao usar seu cartão, mas não deveria

São Paulo – Em tempos de vacas magras, os cuidados com o cartão de crédito devem ser redobrados. De acordo com a pesquisa mensal de endividamento da Confederação Nacional do Comércio (CNC), em março 60,3% das famílias brasileiras estavam endividadas e o cartão de crédito foi apontado como um dos principais tipos de dívida por 77,3% delas.

Quando usado com disciplina, o cartão pode ser possa ser um ótimo instrumento de planejamento financeiro, já que ele permite casar o pagamento das despesas com o recebimento do salário. No entanto, caso seja usado sem organização, também pode ser a porta de entrada para o descontrole.

Em parceria com Lélio Braga Calhau, promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais e coordenador do site Educação Financeira Para Todos, EXAME.com listou a seguir algumas dicas que deveriam ser seguidas à risca por quem usa cartões de crédito, mas que aparentemente não têm sido levadas muito à sério. Confira.

1) Não se iluda com o limite do cartão

Os limites de crédito do cartão muitas vezes são incompatíveis com a renda do cliente e não raro são bem maiores do que o seu próprio salário. “As instituições querem empurrar limites altos para os clientes. Ainda que isso leve alguns deles a não pagar suas faturas, os juros cobrados são tão altos que ainda assim os bancos conseguem ter um lucro operacional muito grande”, diz Calhau.

Um alto limite de crédito no cartão de forma alguma deve ser visto como sinal de status, afinal, ele nada mais é do que uma margem muito bem calculada pelas instituições financeiras para empurrar mais e mais crédito aos clientes e lucrar com isso. Tenha em mente, portanto, que o limite de crédito não é uma extensão da sua renda e fique atento para que o cartão não te leve a gastar mais do que você pode.

2) Não tenha mais de dois cartões

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Cobranças dos credores devem respeitar limites e empresas não devem expor os clientes ao ridículo

por Átila A. Nunes

Rio - Empresas credoras têm o direito de cobrar dívidas e protestar um título não pago, e enviar o nome do devedor aos órgãos como SPC e Serasa. E mais: pode ajuizar ação judicial cobrando a dívida.

O credor pode utilizar-se na cobrança de envio de cartas e telefonemas, mas o direito de cobrança do credor vai até o limite do devedor não se sentir constrangido ou até exposto ao ridículo.

São ilegais as ligações feitas a qualquer hora, em qualquer lugar, com ameaças e com linguajar inadequado. O credor não pode coagir o consumidor, como entrar em contato com vizinhos, parentes, amigos ou no trabalho do devedor. Os consumidores jamais deverão aceitar este tipo de abuso.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Cartão de crédito tem o maior juro em 21 anos, de novo

SÃO PAULO – A taxa de juros do cartão de crédito repetiu em março o maior patamar desde outubro de 1995, com 432,24% ao ano, segundo a Anefac(Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade).

O aumento foi de 0,23 ponto percentual no mês e 13,64 pontos no ano, passando de 14,72% ao mês (419,60% ao ano) em fevereiro para 14,95% ao mês (432,24% ao ano) em março.

De acordo com a Anefac, o conjunto de fatores que tem levado as instituições financeiras a aumentarem suas taxas de juros para compensar prováveis perdas com a elevação da inadimplência engloba inflação alta, aumento de impostos e corrosão da renda das famílias pelo juro mais alto. As perspectivas negativas para esses fatores em 2016 e as recentes turbulências política e econômica também pesam.  

A taxa de juros média geral para pessoa física avançou de 0,12 ponto no mês e 3 pontos no ano, passando de 7,77% ao mês (145,76% ao ano) em fevereiro para 7,89% ao mês (148,76% ao ano) em março, no maior patamar de juros desde janeiro de 2004.

“Tendo em vista o cenário econômico atual que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência a tendência é de que as taxas de juros das operações de crédito voltem a ser elevadas nos próximos meses”, afirma o diretor executivo de estudos da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
Fonte: Terra - 11/04/2016









quinta-feira, 31 de março de 2016

Banco é condenado por demora em fila de atendimento



O Banco Santander foi condenado em segunda instância a pagar indenização de R$ 5 mil a um consumidor de Jaú  que aguardou por aproximadamente uma hora na fila de atendimento de uma bancária. A decisão foi da 14ª Câmara Extraordinária de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo.

A legislação municipal de Jaú fixa em 20 minutos o tempo razoável para atendimento em agência bancárias, ou 30 minutos em vésperas de feriados prolongados, dias de pagamento de funcionários públicos e recolhimento de tributos governamentais. De acordo com documentação anexada aos autos, o autor da reclamação aguardou na fila por período que extrapolou esse prazo legal.

“Descumprida a lei e ultrapassado o limite a ser tolerado”, afirmou o relator do recurso, desembargador James Siano, está “presente a responsabilidade civil e consequente dever de indenizar, por danos morais experimentados pelo autor, levando-se em conta seu caráter punitivo e educativo”. O magistrado ressaltou ainda o fato de o cliente ser pessoa que deveria ter recebido atendimento preferencial, já que é idoso.

Fonte: TJ-SP
 

terça-feira, 22 de março de 2016

Venda casada: você sabe o que é isso?

Confira ainda sete tipos de venda casada que você pode denunciar

Algumas promoções envolvem comprar um produto e ganhar outro (ou mesmo ganhar um desconto no segundo). Quando, no entanto, a compra de um dos produtos é obrigatoriamente vinculada a outro, é preciso ficar atento e ter cuidado: isso pode ser considerado venda casada. E essa prática é ilegal.

Ou seja: quando um fornecedor impõe, na venda de algum produto ou serviço, a aquisição de algo que o consumidor não quer, estamos falando da prática da venda casada. Aliás, também é considerada venda casada a obrigatoriedade de comprar uma quantidade mínima de determinado produto.

No artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor, é explícito que o consumidor tem total liberdade de consumir somente aquilo que deseja. Confira o que está escrito no CDC: “É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas: Inciso I: ‘condicionar o fornecimento de produtos ou serviços ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos’”.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Veja respostas a dúvidas de leitores sobre a declaração

A Folha oferece serviço de esclarecimento de dúvidas dos leitores sobre como preencher a declaração do IR 2016 -referente a rendimentos de 2015. O serviço será publicado até 29 de abril, último dia para o envio da declaração à Receita. As respostas, dadas pelos consultores da IOB/Sage, serão publicadas no caderno Mercado, de terça-feira a sábado, e compiladas nesta página.

As novas perguntas e respostas são adicionadas ao pé da página.

Perguntas devem ser enviadas para o e-mail mercado.folha@uol.com.br.

*

1 - Vendi imóvel para pagar R$ 400 mil ao Banco do Brasil para baixa de hipoteca. Há isenção do Imposto de Renda sobre o ganho de capital? (L.V.G.)
Não. A isenção sobre o ganho de capital não se aplica à hipótese de venda de imóvel para quitar dívidas com bancos. Preencha o programa GCap/2015, calcule o ganho de capital (pague o IR, se houver e se ainda não o fez) e importe os dados para o Demonstrativo de Ganho de Capital de sua declaração.

2 - Fiz cirurgia e paguei o médico em dezembro de 2015, mas tive o reembolso do plano de saúde apenas em janeiro de 2016. Como procedo? (N.M.)

sexta-feira, 11 de março de 2016

Golpe para WhatsApp usa falsos emoticons para roubar dados pessoais

Um novo tipo de golpe enviado por mensagem do WhatsApp utiliza um falso aplicativo de emoticons para roubar informações de contato dos usuários. A fraude foi identificada pela empresa de segurança digital Eset.

A mensagem que lança o ataque sugere que o usuário instale no smartphone um novo pacote de emoticons. Quando o usuário clica no link para instalação, ele é direcionado para outro site que o instrui a compartilhar a "novidade" com dez amigos ou três grupos do WhatsApp para concluir o download.

Se este passo ocorrer, o usuário enganado é enviado para outro site que diz que a operação não foi concretizada. Uma nova instrução pede para atualizar o número do smartphone para prosseguir com a instalação. O objetivo por trás deste passo é inscrevê-lo em serviços pagos ou inseri-lo em uma lista de spam para instalar diversos aplicativos.

Para se precaver, a sugestão é já conhecida: evite clicar em links duvidosos ou desconhecidos. Baixar um antivírus também pode ajudar; conheça algumas boas opções aqui.

O WhatsApp vem sendo alvo de ameaças similares nos últimos meses. Recentemente o nome do McDonald′s foi usado para mandar as mensagens para os usuários do aplicativo, sob o pretexto de um grande desconto. Outro prometia ativar o recurso de videochamada, que ainda não existe na plataforma.
Fonte: Uol - 10/03/2016